Foto: Arquivo/GEA
Fortaleza de São José de Macapá: restauração e candidatura a Patrimônio da Humanidade

Fortaleza de São José de Macapá: restauração e candidatura a Patrimônio da Humanidade

O projeto inclui estudos historiográficos e de viabilidade econômica, além de propostas para geração de renda a partir do monumento.


A Fortaleza de São José de Macapá, monumento histórico localizado no estado do Amapá, passará por uma grande obra de restauração e conservação, com um investimento de mais de R$ 30 milhões. O objetivo é transformá-la em um espaço vivo e pulsante, aberto à ocupação pela sociedade e um indutor turístico internacional.

O projeto, que é fruto de um contrato entre a Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes (Appa), o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Governo do Amapá, já está em fase de finalização dos estudos de viabilidade econômica e histórica, bem como de propostas para geração de renda a partir do monumento.

A Fortaleza de São José de Macapá é um dos maiores monumentos construídos pelos portugueses na América do Sul e a única fortaleza desse tipo no Brasil. Construída no século XVIII, ela foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1950 e pelo Estado do Amapá em 2005. Além disso, ela faz parte de um conjunto de 18 fortificações construídas pelos portugueses no período colonial, que contam a história da formação territorial do Brasil e da ocupação europeia na América.

Por sua importância histórica e cultural, a Fortaleza de São José de Macapá é candidata ao título de Patrimônio da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O processo de tombamento pelo poder público impõe diversas condicionantes para garantir a integridade histórica da edificação. A restauração e conservação da Fortaleza é um importante passo para o fortalecimento das atividades turísticas e culturais do estado, além de valorizar a memória e a identidade do Amapá.

A preservação do patrimônio histórico e cultural é fundamental para a promoção da cultura e da história de um país. A candidatura da Fortaleza de São José de Macapá a Patrimônio da Humanidade é um reconhecimento da relevância deste monumento para a história e a cultura brasileira, e sua restauração e conservação são essenciais para a valorização e a preservação dessa importante herança.

 

Um legado para a história e a cultura

A Fortaleza de São José de Macapá é muito mais do que uma simples construção histórica. Ela representa um legado para a história e a cultura do Amapá e do Brasil, um testemunho da ocupação europeia na América e da formação territorial do país. Sua candidatura ao título de Patrimônio da Humanidade pela Unesco é um reconhecimento desse valor inestimável.

A restauração e conservação desse monumento histórico são, portanto, essenciais para a preservação da memória e da identidade dos amapaenses, assim como para o fortalecimento das atividades turísticas e culturais do estado. O projeto de restauração, qualificação e conservação da Fortaleza de São José de Macapá, que conta com investimentos de mais de R$ 30 milhões, é um passo importante nessa direção.

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A Fortaleza viva e pulsante

O projeto prevê a transformação da Fortaleza em um espaço vivo e pulsante, ocupado pela sociedade amapaense e um indutor turístico internacional. Isso inclui intervenções em toda a estrutura elétrica, hidráulica, de segurança e combate a incêndio, acessibilidade e iluminação cênica. Além disso, propostas para geração de renda a partir do monumento estão sendo estudadas, a fim de torná-lo um importante vetor de desenvolvimento para a região.

A restauração da Fortaleza de São José de Macapá é, portanto, um projeto ambicioso e de grande importância para o Amapá e para o Brasil. Seu sucesso dependerá da cooperação e do comprometimento de todos os envolvidos, do Governo do Estado e da sociedade civil aos órgãos de patrimônio histórico e artístico. Mas os resultados, certamente, serão um legado para as futuras gerações e um testemunho da capacidade humana de preservar e valorizar sua própria história e cultura.

 

Com informações de Claudio Morais/GEA

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