Polícia Civil
Em Oiapoque, Polícia Civil prende líder de organização criminosa suspeito de mandar matar duas adolescentes em Calçoene

Em Oiapoque, Polícia Civil prende líder de organização criminosa suspeito de mandar matar duas adolescentes em Calçoene



Na noite deste domingo, 18, uma equipe da Polícia Civil do Estado do Amapá, empregada na Operação Protetor, realizou a prisão de uma mulher de 22 anos de idade no município de Oiapoque, líder de uma organização criminosa em Calçoene. A mulher é suspeita de ser a mandante do homicídio e da tentativa de homicídio de duas adolescentes, ocorridos no último dia 2, no município de Calçoene.

De acordo com o Delegado Ederson Martel, titular do NOI, a motivação dos crimes têm relação com o crime organizado e, após investigações, foram expedidos quatro mandados de prisões preventivas, sendo um suspeito preso pela Polícia Militar no dia dos fatos e outro preso pela Polícia Civil no dia seguinte.

“Com dois suspeitos ainda foragidos, o NOI e a Delegacia de Polícia de Calçoene continuaram com as investigações e identificaram que a mulher foragida possivelmente estaria em Oiapoque. Diante disso, a Delegacia Geral, por meio do Departamento de Polícia do Interior, enviou uma equipe composta por policiais do Núcleo de Operações e Inteligência (NOI), da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Patrimônio (DECCP), da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e da Coordenadoria de Inteligência e Operações (CIOP/SEJUSP), para localizar e prender a foragida, o que foi realizado com êxito. Ainda há um homem foragido, mas continuamos trabalhando e, em breve, iremos realizar a sua prisão”, explicou o Delegado.

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O Delegado informou ainda, que o trabalho de inteligência da Polícia Civil está sendo expandido para todos os municípios do Estado do Amapá para auxiliar no enfrentamento ao crime organizado e nas prisões de seus integrantes. Para isso, o NOI conta com a contribuição da população por meio de denúncias de integrantes de organizações criminosas, que podem ser realizadas por meio do disque-denúncia (96) 99202-6003.

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