Nesta terça-feira, 12, a Polícia Civil do estado do Amapá, por meio da Delegacia Especializada de repressão a Crimes Contra o Consumidor (DECCON), deu cumprimento a duas medidas cautelares de suspensão das atividades econômicas e financeiras de uma empresa, utilizada como instrumento para comercialização de consórcios de bens móveis e imóveis, induzindo o consumidor a erro sob a promessa de contemplação garantida, rápida e com data certa.
A empresa estava localizada no bairro Laguinho, em Macapá. Pela mesma conduta de fraude em consórcios, em fevereiro desse ano, o proprietário da empresa foi preso, estava respondendo em liberdade e utilizando tornozeleira eletrônica, porém, continuou com a atividade empresarial, o que ensejou a representação pela suspensão das atividades econômicas e financeiras do estabelecimento comercial.
De acordo com a delegada Janeci Monteiro, titular da DECCON, as vítimas eram atraídas por anúncios em mídia social e durante a negociação com vendedores os consumidores eram induzidos a acreditarem que com valor de entrada conseguiriam alcançar o bem, com promessas de entrega garantida e rápida do valor contratado. Porém, o contrato era de consórcio e não há garantia de contemplação com data agendada.
“A DECCON já realizou seis operações, oriundas de investigações de empresas que comercializavam consórcios e induziam o consumidor a erro sob a promessa de contemplação garantida, rápida e com data certa. No período de um ano, realizamos cinco representações judiciais para a suspensão das atividades econômicas e financeiras das empresas investigadas, que foram deferidas pelo Poder Judiciário”, disse a delegada.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O consumidor que tiver sido vítima pode procurar a DECCON, situada na Avenida FAB, nº 1849, Santa Rita, Macapá-AP.
