Polícia Civil
Em Macapá, polícias Civil e Militar prendem acusado de homicídio
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Em Macapá, polícias Civil e Militar prendem acusado de homicídio



Nesta quarta-feira, 12, a Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em uma ação conjunta com o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE)/ Choque, realizou uma operação para cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão, que resultou na prisão de um indivíduo, de 28 anos de idade, acusado pela prática de homicídio e outro, de 22 anos de idade, que veio a óbito em confronto com a equipe policial.

Segundo o Delegado Wenderson Braga, o crime de homicídio ocorreu em setembro do ano passado, no bairro Jardim Marco Zero, a vítima foi atingida por disparos de arma de fogo e a motivação do crime seria por conta do indivíduo ter deixado de cumprir ordens do grupo criminoso a qual pertencia. O indivíduo de 28 anos de idade, foi preso no bairro Jardim Marco Zero.

“Em outra frente da operação, no bairro Zerão, as equipes se depararam com um segundo indivíduo, também investigado pelo mesmo homicídio, que ao perceber a aproximação dos policiais, investiu contra as equipes. Diante desta injusta agressão, os agentes responderam rapidamente, resultando no óbito do agressor. É importante ressaltar que, no decorrer da operação, foi apreendida uma quantia considerável de R$ 34.000,00 (trinta e quatro mil reais) em espécie, cuja origem não foi declarada e será objeto de investigação complementar. Esta apreensão reforça a suspeita de envolvimento desses indivíduos em atividades ilícitas além dos crimes violentos pelos quais eram investigados. A operação foi deflagrada em resposta aos clamores da população local, que enfaticamente afirmavam o perigo representado por esses indivíduos. Nas áreas afetadas, imperava a chamada "lei do silêncio", um cenário que privava os cidadãos de sua liberdade e segurança. Nossa ação visa justamente restaurar essa liberdade, permitindo que a comunidade possa viver sem medo e exercer plenamente seus direitos”, afirmou o Delegado.

Os indivíduos eram considerados de alta periculosidade, possuindo extensas fichas criminais com passagens criminais.

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Ascom/ Polícia Civil

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