Enquanto o público se encanta com as apresentações dos grupos juninas, há milhares de histórias escritas nos bastidores do Arraiá do Povo, realizado pelo Governo do Amapá. A programação movimenta diversos setores da economia e beneficia diretamente profissionais que encontram neste período, uma fonte de renda.
É nesse cenário que está Israel Oliveira, que há três anos participa da cadeia produtiva da festa. O serralheiro prepara cenários para quadrilhas do estado e viu neste movimento a oportunidade de garantir uma nova renda.
“Eu comecei na quadra junina como dançarino, e hoje sou aderecista, ajudo a fazer o trabalho de estrutura. Eu fui crescendo e aprendendo dentro da quadra junina. Trouxe minha profissão para a quadra junina e fui pesquisando, vendo os outros fazerem e fui me aperfeiçoando. E sou remunerado pra fazer, mas tudo o que faço aqui é por amor a quadrilha", contou, orgulhoso.
A história do serralheiro representa a de centenas de pessoas que ajudam a construir, nos bastidores, o sucesso do evento. São costureiras, artesãos, cozinheiros, cenógrafos, músicos e trabalhadores da economia criativa que enxergam na festa promovida pelo Governo do Amapá, muito além do entretenimento, mas um pertencimento e valorização da cultura amapaense.
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Além do impacto econômico, o Arraiá do Povo também cumpre um importante papel social ao valorizar artistas, grupos folclóricos e trabalhadores da cultura amapaense, e cria um ambiente onde tradição e desenvolvimento caminham juntos.
Ao investir na realização do Arraiá do Povo, o Governo do Amapá promove não apenas uma grande celebração junina, mas também impulsiona a economia criativa, gera oportunidades e assegura que as tradições continuem sendo transmitidas às novas gerações, mantendo viva uma das manifestações culturais mais importantes da identidade amapaense.
