Ilha de Santana: Celebração de 267 anos com um dia de muita diversão e cultura
- 29/01/2025
- Aniversário
Torneios, apresentações culturais e grandes shows marcam a festa do povoado no Amapá
O povoado da Ilha de Santana, no município de Santana, Amapá, celebra seus 267 anos de história na próxima terça-feria, 4 de fevereiro, com uma programação diversificada, atrações culturais, esportivas e musicais.
A festividade, organizada em parceria pela Prefeitura de Santana, Governo do Amapá e com o apoio dos senadores Davi Alcolumbre e Randolfe Rodrigues, inícia às 8h segue até a noite. A agenda contempla desde torneios de futebol feminino e masculino, encenações teatrais sobre Mendonça Furtado, trilha de cicloturismo, até shows musicais que encerram a noite com muita animação. Entre as atrações confirmadas estão Gil Lizardo e banda, o “Rock do Josimar”, diretamente de Belém-PA, e a aparelhagem Mega Pressão 360 com DJ Raffa The Best.
Programação completa dos 267 anos da Ilha de Santana-AP – 4 de fevereiro
- 08h00: Torneio de futebol feminino
- 09h00: Missa e momento ecumênico
- 10h30: Encenação/Teatro sobre Mendonça Furtado
- 15h00: Torneio de futebol masculino
- 16h00: Trilha Samaúma de Cicloturismo – 3ª edição
- 17h00: Apresentações de atrações locais
- 18h30: Show com Gil Lizardo e banda
- 20h00: “Rock do Josimar” – Belém-PA
- 21h30: Mega Pressão 360 e DJ Raffa The Best
Ilha de Santana (AP)
A Ilha de Santana fica no município de Santana, cerca de 17 km da capital Macapá, no Amapá. É conhecida por sua biodiversidade e por abrigar paisagens deslumbrantes típicas da Amazônia. Com praias tranquilas e rica vegetação, o local é um convite para o ecoturismo e para aqueles que buscam contato com a natureza.
O povoado surgiu em meados do século XVIII, ganhando relevância estratégica e cultural. Ao longo dos anos, tornou-se um lugar onde o passado e o presente se encontram, promovendo a valorização da identidade local.
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Saiba tudo sobre a Ilha de Santana, no Amapá: dados geográficos, localização, turismo, cultura e muito mais em um artigo exclusivo do jornalista e historiador Edgar Rodrigues.
