Mercado de seguros de Danos e Responsabilidades cresce 24% no Amapá e impulsiona proteção à economia local
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Mercado de seguros de Danos e Responsabilidades cresce 24% no Amapá e impulsiona proteção à economia local



O mercado de seguros de Danos e Responsabilidades no Amapá apresentou um desempenho expressivo em 2025, consolidando o estado como o de maior crescimento percentual em arrecadação nas regiões Norte e Nordeste. De acordo com dados do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), o avanço foi de 24%, refletindo tanto a ampliação da cultura do seguro quanto o dinamismo econômico local.
O crescimento foi puxado por diferentes ramos, com destaque para segmentos ligados à expansão urbana e a novos investimentos. O seguro de automóvel registrou alta de 25,5%, enquanto o condomínio cresceu 42,0% e o empresarial 33,2%. Um dos maiores destaques foi o segmento de riscos de engenharia, que avançou 84,0%, indicando aumento relevante de obras e projetos estruturais no estado. Já o seguro habitacional teve crescimento de 46,6%, acompanhando a evolução do mercado imobiliário.
Além da expansão na contratação, o volume de recursos devolvidos à sociedade também cresceu de forma relevante, totalizando R$ 22,9 milhões, uma alta de 35,4%. Esse movimento demonstra maior utilização dos seguros e reforça o papel do setor na proteção financeira da população e das empresas.
Entre os ramos com maior crescimento nos pagamentos, o seguro residencial liderou com alta de 57,3%, seguido pelo automóvel, com 44,4%, e pelo empresarial, com 11,5%. Para a representante do Sindsegnne na região Norte, Fabiana Perdiz, os números refletem um momento de transformação no mercado local.
“O Amapá tem demonstrado um crescimento consistente e acima da média, resultado de uma maior conscientização da população sobre a importância do seguro, aliada ao desenvolvimento econômico do estado”, afirma.
Segundo ela, o avanço em ramos específicos evidencia mudanças estruturais. “O desempenho expressivo em riscos de engenharia e no seguro habitacional mostra que estamos acompanhando um ciclo de investimentos e expansão urbana, o que naturalmente aumenta a demanda por proteção”, destaca.
Fabiana Perdiz também ressalta o papel dos profissionais do setor nesse processo. “A atuação dos corretores, cada vez mais qualificados e com portfólios diversificados, tem sido fundamental para levar soluções adequadas às necessidades da população e das empresas locais”, observa.
Por fim, ela reforça o impacto social do setor. “O crescimento dos pagamentos de sinistros demonstra que o seguro está cumprindo sua função principal, que é dar suporte em momentos difíceis e contribuir para a estabilidade financeira das famílias e dos negócios”, conclui.

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