Consultas médicas especializadas, exames laboratoriais, eletrocardiogramas e atendimentos de enfermagem foram ofertados à população privada de liberdade durante uma ação integrada do Governo do Amapá, realizada nos dias 22 e 23 de agosto.
A iniciativa foi coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), e teve como objetivo atender demandas de saúde identificadas no sistema prisional, contribuindo para a prevenção, o diagnóstico e o acompanhamento dos pacientes.
Os atendimentos ocorreram das 8h às 12h e contemplaram especialidades como cardiologia, dermatologia, cirurgia geral e infectologia, entre outras. Foram disponibilizados 50 atendimentos por especialidade, além dos serviços de apoio diagnóstico.
Macerlir Kobayashi, secretária adjunta de Atenção à Saúde
Para a secretária adjunta de Atenção à Saúde, Macerlir Kobayashi, a integração das equipes e dos serviços contribui para organizar o atendimento às necessidades de saúde da população privada de liberdade.
"Essa ação demonstra que o cuidado em saúde precisa chegar a todos. Ao reunir diferentes especialidades, exames e profissionais, conseguimos ampliar o acesso da população privada de liberdade à prevenção, ao diagnóstico e ao acompanhamento adequado, fortalecendo uma assistência cada vez mais humanizada", destacou.
Atuação conjunta entre Sesa e Iapen contribui para o enfrentamento da demanda reprimida por consultas e exames
Atendimento integrado
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A programação permitiu a avaliação de diferentes condições de saúde e a identificação de casos que necessitam de acompanhamento. Quando indicado, os pacientes foram orientados e encaminhados para continuidade do cuidado na rede estadual de saúde.
A atuação conjunta entre Sesa e Iapen também contribui para o enfrentamento da demanda reprimida por consultas e exames no sistema prisional, com organização dos fluxos de atendimento conforme as necessidades identificadas.
De acordo com o diretor do Iapen, Emerson Silva, novas ações estão previstas, incluindo uma programação específica para a população feminina privada de liberdade.
"Estamos trabalhando para reduzir a demanda reprimida e garantir que a população privada de liberdade tenha acesso aos serviços de saúde de que necessita. A próxima ação será direcionada ao público feminino, ampliando o atendimento e o acompanhamento das necessidades de saúde dessa população", afirmou.
A ação integra a assistência em saúde destinada à população privada de liberdade e reúne serviços especializados e de apoio diagnóstico em uma programação articulada entre as instituições estaduais.
