Dificuldades na negociação ameaçam calendário escolar municipal 2023 de Macapá
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Dificuldades na negociação ameaçam calendário escolar municipal 2023 de Macapá



Na terça-feira (17), mais uma vez, os representantes sindicais do Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Amapá - Sinsepeap, saíram da mesa de negociação permanente sem uma proposta concreta da gestão municipal de Macapá, segundo a professora Iara Marques, vice-presidente da executiva municipal do sindicato.

A reunião, que ocorreu após uma paralisação de advertência de três dias, foi com a secretária de Educação de Macapá, Monique França, numa mesa de negociação marcada como permanente entre sindicato e gestão municipal ainda no primeiro semestre, a partir de um acordo para suspensão de suspensão uma greve que já durava 10 dias, no mês de abril.

Iara Marques ressalta que os percentuais do banco de dados da gestão do prefeito Antônio Furlan (Podemos), 10,6% em 2022, e 6,06% em 2023, estão abaixo dos reajustes previstos nas portarias do MEC para esses dois anos: 33 % e 14,95%, respectivamente.

“Resultando numa defasagem atual de quase 32%. Negociamos apenas perdas de recomposição, enquanto a defasagem é de quase 32%. Hoje a prefeitura ainda não apresentou nenhuma proposta. O sindicato propôs o pagamento de forma progressiva, mas sem resposta proposta deles”, lamenta o sindicalista.

 

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Concursados ​​com salário de estágio

Outra exigência de urgência é sobre os 413 servidores que já realizaram os projetos probatórios homologados, mas ainda não foram enquadrados na folha salarial como professores efetivos. Na prática, eles estão lecionando como professores de carreira, mas ainda recebem remunerações do estágio probatório, inferior ao salário inicial previsto no edital do concurso.

Segundo Iara, na reunião não houve resposta de previsão de quando esses educadores passarão a receber os avanços de carreira.

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