Brasol amplia oferta de soluções de subestações digitais “as a service” para grandes consumidores
- Fernanda Souza
- 18/03/2026
- Digitalização
Um dos objetivos é a modernização da infraestrutura de alta tensão, acelerando a transição para redes inteligentes e mais estáveis.
As subestações elétricas estão no centro de uma das transformações mais importantes do setor de energia: a digitalização. Nesse contexto, a Brasol, uma das principais desenvolvedoras, investidoras e operadoras de infraestrutura de transição energética no Brasil, vem realizando a ampliação do portifólio com soluções completas de subestações digitais no modelo “as a service”. Trata-se de um modelo que viabiliza o acesso à tecnologia de ponta com previsibilidade operacional, além de uma manutenção integrada e ênfase na performance energética.
Essa modernização é pautada por tecnologias como sistemas SCADA, digital twins e protocolos IEC 61850, que permitem automação, monitoramento remoto e resposta em tempo real a eventos na rede. A convergência entre automação e conectividade vem, portanto, consolidando um novo padrão de infraestrutura inteligente no setor elétrico nacional. Segundo levantamento da Precedence Research, o mercado global de subestações digitais deve ultrapassar US$ 14 bilhões até 2032, com a América Latina representando cerca de 7% deste volume, impulsionada principalmente pelo Brasil.
Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE, a estimativa é que o ano de 2025 tenha registrado um crescimento de 1,6% em relação a 2024, com a carga projetada de 81.302 MW médios. “Isso mostra a urgência por soluções que aumentem a capacidade e a resiliência da rede. Estamos diante de uma nova era no setor elétrico, em que eficiência e confiabilidade passam necessariamente pela digitalização das infraestruturas. As subestações deixam de ser somente pontos de conexão e passam a ser centros inteligentes de controle energético’’, explica Eberson Muniz, Diretor da unidade de negócios de subestações e transmissão da Brasol.
Os grandes consumidores de energia, conhecidos como eletrointensivos, dependem de um fornecimento energético cada vez mais estável e seguro, evitando interrupções e instabilidades que possam atrapalhar a sua operação. Por isso, as subestações elétricas estão no centro de uma das transformações mais importantes do setor: a digitalização. Com mais de 1.700 subestações de alta tensão em operação no país e cerca de 60% ainda em modelo analógico, segundo dados da EPE (2024), o Brasil avança para um novo padrão tecnológico que combina eficiência operacional, segurança e conectividade.
O diretor da Brasol lembra que com o avanço da tecnologia dos equipamentos como a digitalização, a companhia aposta na integração de subestações inteligentes com os sistemas de distribuição e transmissão das concessionárias, de geração solar e armazenamento por baterias, criando redes mais estáveis e ágeis em resposta a falhas, autônomas e alinhadas às novas demandas da indústria, comércio e varejo. “As subestações digitais são uma evolução natural do setor elétrico brasileiro. Elas unem tecnologia, eficiência e sustentabilidade, conectando empresas à infraestrutura do futuro — e sem a barreira do investimento próprio”, acrescenta Muniz.
A Brasol oferece diversas modalidades para as soluções voltadas às subestações que permitem a migração de instalações para alta tensão, a modernização de ativos existentes e a construção de novas infraestruturas, sempre com foco em otimizar a gestão energética dos clientes.
“Essa abordagem estratégica visa não apenas melhorar a qualidade do fornecimento de energia, mas também proporcionar flexibilidade financeira, transformando gastos de capital (CapEx) em despesas operacionais (OpEx) e liberando liquidez para as empresas. Ao final dos contratos, a transferência dos ativos para o cliente agrega valor a longo prazo, reforçando o compromisso da Brasol em ser uma parceira completa na jornada de otimização e sustentabilidade energética”, completa Muniz.
Sobre a Brasol
A Brasol é uma das principais desenvolvedoras, investidoras e operadoras de infraestrutura de transição energética no Brasil, com um portfólio que inclui energia solar, subestações, linhas de transmissão, carregamento de veículos elétricos e sistemas de armazenamento de baterias. Apoiada pelos acionistas Siemens e BlackRock, a empresa fornece infraestrutura de energia em contratos de locação de desempenho que geram eficiência de custos de energia, confiabilidade e sustentabilidade para clientes comerciais e industriais. E, por meio de suas iniciativas estratégicas no mercado de capitais, a companhia oferece aos investidores oportunidades de retornos atraentes e ajustados ao risco, apoiando a transição energética. Ao criar valor para clientes, comunidades e investidores, a Brasol está construindo o futuro da energia.
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