O Miniteatro Caboco, na Expofeira 2026, ganhou diferentes sotaques, histórias e formas de enxergar o Amapá. O Festival de Cinema Amapaense reuniu produções de ficção, documentário, animação e videoarte, aproximando o público da criação audiovisual feita no Estado.
O público acompanhou as produções "Meu Pequeno AP Assombrado", "Hystera.H264", "Solo_Agridoc", além da coletânea do Coletivo Juremas, com "Passarelas", "Os Corações do Boto" e "Samaúma_final". Também foram exibidos "A Cutiazinha" e a "Garça: Uma Aventura no Meio do Mundo" e o documentário "Histórias Não Contadas de Pedra Branca do Amapari".
Durante o encontro, foi destacada a importância de produzir conteúdos que dialoguem com as novas gerações e apresentem a história do Amapá de forma acessível e dinâmica. Para ele, o audiovisual pode ser uma ferramenta para aproximar crianças e jovens das histórias e origens do próprio território.A produção independente também ganhou espaço na conversa. Jorge Costa chamou atenção para a necessidade de criar mais oportunidades de exibição para quem produz com recursos próprios.
“Às vezes tem muita gente que tem uma ideia, tem uma produção para fazer e faz com o próprio recurso, mas não consegue exibir nas vitrines, nas janelas”, destacou.
A programação terminou com agradecimentos e um convite para que os produtores retornem na próxima edição, trazendo novas histórias para a tela.
No Miniteatro Caboco, o cinema amapaense encontrou espectadores, espaço para troca de experiências, valorização dos realizadores e a possibilidade de imaginar os próximos capítulos da produção audiovisual feita no meio do mundo.
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