Foto: Arquivo/Semin
Investidores da Aliança China–Brasil avaliam oportunidades nos setores de mineração e pesca no Amapá
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Investidores da Aliança China–Brasil avaliam oportunidades nos setores de mineração e pesca no Amapá

Grupo chinês manifesta interesse em ferro, cassiterita, tantalita, madeira e pescado produzidos no Estado


Fortalecendo as relações bilaterais, o Governo do Amapá manteve tratativas com um grupo de empresários chineses ligados a empresa Aliança China – Brasil Para Indústria Sustentável da Amazônia (ACBISA) que tem interesse em investir no estado.

A reunião ocorreu nesta segunda-feira, 13, em Belém (PA) e foi intermediada pela Secretaria de Estado da Mineração (Semin), que manterá uma agenda aberta com os empresários que deverão visitar o Amapá nos próximos dias.

O secretário da Semin, Haolibamo Mamede Alles Barbosa, destacou que os empresários chines têm interesse em ferro, cassiterita e tantalita bem como em madeira e pescado. “A China consolidou-se como o principal parceiro comercial do Brasil movimentando no ano passado um volume recorde de US$ 158 bilhões em trocas comerciais. Os empresários da ACBISA têm interesse em investir no Amapá e a gestão tem apresentado um ambiente de negócios favoráveis para quem quer investir no estado”, pontuou o secretário.

Secretário da Semin, Mamede Barbosa (no centro à esquerda) reunido com empresários chineses em Belém (PA)

Secretário da Semin, Mamede Barbosa (no centro à esquerda) reunido com empresários chineses em Belém (PA)

Foto: Arquivo/Semin

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A ACBISA faz parte da Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China (CCDIBC), que trabalha para fortalecer as relações diplomáticas, comerciais e culturais entre o Brasil e a China, tendo como missão aproximar indivíduos, organizações e empresas para realizarem negócios e ações que melhorem a vida das pessoas. 

Mineração estratégica no Amapá

O Amapá possui vastos recursos minerais, como manganês, ouro, ferro e nióbio, além de jazidas de calcário e outros minerais essenciais para a indústria. Esse potencial torna o estado um polo estratégico para o setor mineral, integrando os mercados nacional e internacional e contribuindo para o desenvolvimento econômico sustentável.

Por Gian Pantoja

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