Indígenas do município de Oiapoque começaram a receber, nesta quinta-feira, 14, a primeira parcela do programa Fomento Rural, desenvolvido pelo Governo do Amapá em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
Ao todo, 400 indígenas serão contemplados com o benefício. Desses, 260 já receberam a primeira parcela no valor de R$ 2.600, depositada diretamente na conta do Bolsa Família. O investimento total por beneficiário é de R$ 4.600.
Somente nesta primeira etapa, o investimento já ultrapassa R$ 676 mil destinados às famílias indígenas de Oiapoque. Os outros 140 beneficiários devem receber o recurso em breve, conforme o calendário de pagamento do Bolsa Família.
O programa conta com recursos do Governo Federal, por meio do Fomento Rural, além de emenda parlamentar do ex-deputado federal Camilo Capiberibe, no valor de R$ 1,5 milhão.
O Rurap é responsável pela assistência técnica e pela elaboração dos projetos encaminhados ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e à Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater).
O Instrumento Específico de Parceria (IEP) foi assinado pelo governador Clécio Luís em julho de 2025 e, em menos de um ano, os recursos já começaram a chegar às comunidades indígenas.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O diretor-presidente do Rurap, Kelson Vaz, destacou a importância da ação para fortalecer a produção rural e garantir mais dignidade às famílias indígenas atendidas.
“Esse é um momento muito importante para os povos indígenas de Oiapoque. O Governo do Estado, em parceria com o Governo Federal, trabalha para garantir assistência técnica, elaboração dos projetos e acesso ao recurso. Em menos de um ano da assinatura do IEP, os beneficiários já estão recebendo o investimento diretamente em suas contas, fortalecendo a produção rural e gerando mais qualidade de vida para essas famílias”, afirmou Kelson Vaz.
O recurso pago às famílias indígenas é não reembolsável e pode ser utilizado conforme as necessidades e prioridades definidas pelos próprios beneficiários, contribuindo para o fortalecimento da produção rural, segurança alimentar e melhoria da qualidade de vida nas comunidades.
