Crédito: Divulgação/Sema
Governo do Amapá participa de workshop nacional sobre restauração da vegetação nativa promovido pelo MMA
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Governo do Amapá participa de workshop nacional sobre restauração da vegetação nativa promovido pelo MMA

Encontro em Brasília reuniu estados e instituições para fortalecer a integração federativa e ampliar estratégias de recuperação da vegetação nativa no país.


Referência nacional por possuir a maior cobertura vegetal preservada do país, o Governo do Amapá, representado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), participou, em Brasília, do Workshop Restauração em Escala, Integração Federativa para a Recuperação da Vegetação Nativa. O evento, realizado entre os dias 12 e 13 de março, foi promovido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O encontro reuniu lideranças nacionais, representantes dos estados, setor produtivo e sociedade civil para discutir estratégias de fortalecimento da restauração ecológica no Brasil.

A iniciativa busca ampliar a articulação federativa em torno da implementação do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), que estabelece a meta de restaurar 12 milhões de hectares até 2030, consolidando a restauração como eixo estratégico para a agenda climática, a segurança hídrica, a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável do país.

Durante a programação de abertura, foram debatidos caminhos para fortalecer a integração entre Governo Federal, estados e parceiros institucionais, além de mecanismos para ampliar a escala das ações de recuperação da vegetação nativa. O evento contou com a presença de representantes do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, da Confederação Nacional da Indústria, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema) e da Coalizão Brasil, Clima, Florestas e Agricultura.

A participação da Sema Amapá reforça o compromisso do estado com a agenda da restauração ecológica e com a construção de políticas públicas voltadas à proteção da vegetação nativa, ao enfrentamento das mudanças climáticas e à promoção de um modelo de desenvolvimento sustentável para a Amazônia. A presença do Amapá no workshop também evidencia a importância do alinhamento entre os entes federativos para a formulação e execução de ações integradas, capazes de gerar impactos positivos tanto na conservação ambiental quanto na qualidade de vida das populações.

Para o diretor de Desenvolvimento Ambiental da Sema, Marcos Almeida, o debate sobre restauração florestal abre uma agenda estratégica de oportunidades para o estado, especialmente em função de sua posição diferenciada no cenário nacional.

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“O Amapá, por ser o estado mais preservado da federação, possui um enorme potencial para contribuir com a agenda nacional de restauração florestal. Além de preservar grande parte de sua cobertura vegetal nativa, o estado pode se consolidar como fornecedor de sementes e insumos florestais para apoiar a recuperação da vegetação nativa em outras unidades da federação. Isso representa uma oportunidade concreta de aliar conservação ambiental, geração de renda, valorização da sociobiodiversidade e fortalecimento de uma bioeconomia voltada para o futuro”, destacou o diretor.

Marcos Almeida, diretor de Desenvolvimento Ambiental da Sema e Regina Carvalho, coordenadora de Gestão de Unidade de Conservação e Biodiversidade
Marcos Almeida, diretor de Desenvolvimento Ambiental da Sema e Regina Carvalho, coordenadora de Gestão de Unidade de Conservação e Biodiversidade
Foto: Divulgação/Sema

Após a abertura oficial, a programação seguiu nos dias 12 e 13 de março com um workshop técnico voltado ao alinhamento entre gestores federais e estaduais, fortalecendo o intercâmbio de experiências, a cooperação institucional e a construção de estratégias conjuntas para a recuperação da vegetação nativa em diferentes regiões do país.

Para o Amapá, cuja riqueza ambiental representa um dos maiores patrimônios naturais do Brasil, participar de espaços como esse é fundamental para ampliar o diálogo com a União e demais estados, fortalecer a governança ambiental e contribuir com a implementação de iniciativas de restauração compatíveis com a realidade amazônica.

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