Do norte do Amapá, Jordanilto Iaparrá, de 29 anos, da etnia Palikur, trouxe cuias, brincos, pulseiras feitas de sementes e diversos colares da cultura indígena. O jovem afirma que participa da Expofeira pelo 4° ano consecutivo e destacou a importância dos povos originários terem um espaço cativo no evento, não apenas para comercializarem seus produtos, mas também para ocuparem espaços públicos, reconhecimento e valorização devida.
Do norte do Amapá, Jordanilto Iaparrá, de 29 anos, da etnia Palikur, trouxe cuias, brincos, pulseiras feitas de sementes e diversos colares da cultura indígena.
"Eu fico muito feliz de, mais um ano, poder estar empreendendo na Expofeira, isso para a gente significa muito e é muito importante, porque nos sentimos vistos e valorizados. Este ano, eu trouxe artesanatos variados, desde cuias a brincos de penas, e estou bem animado com o movimento, acredito que vai dar para ter um lucro", relatou o jovem indígena.
Brincos de pena
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Este ano, na Expofeira 2026, no Parque de Exposições da Fazendinha, em Macapá, a comitiva de cada povo concentra-se na Maloca dos Povos Indígenas, ao lado do Açaídromo. Estão presentes as etnias do povo Galibi-Marworno, Palikur, Karipuna, Tiriyó, Kaxuyana, Waiana e Apalai.
Além disso, os originários estão realizando pinturas corporais e distribuindo degustação de bebidas como caxixi e sakura. Além disso, nos últimos dias da Expofeira 2026, as etnias também preparam para o público apresentações culturais como a dança do Turé, uma tradição dentro das comunidades de cada povo.
