Quem passou pelo Parque de Exposições da Fazendinha neste sábado, 8, primeiro dia da Expofeira 2026, encontrou no Aquário da Inovação um espaço dedicado à ciência, tecnologia, pesquisa e empreendedorismo. O pavilhão reúne universidades, instituições de pesquisa, startups e empresas para apresentar projetos, produtos e soluções desenvolvidos no Amapá.
A estrutura faz parte da programação do Governo do Amapá para a Expofeira e foi organizada para aproximar pesquisadores, estudantes, empreendedores e investidores do público que visita o evento. A proposta é apresentar, de forma prática, iniciativas que relacionam conhecimento científico, tecnologia e biodiversidade amazônica a novas possibilidades de negócios e desenvolvimento.
Um dos destaques do pavilhão é a presença de cinco Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs), que apresentam pesquisas, tecnologias, protótipos e experiências interativas desenvolvidas no estado. A programação permite que os visitantes conheçam projetos produzidos por pesquisadores amapaenses e aplicações da ciência em áreas como sustentabilidade, tecnologia e aproveitamento da biodiversidade.
"Estamos muito felizes por este espaço. É um local onde startups amapaenses poderão expor seus produtos, fazer negócios e mostrar o potencial do estado para milhares de pessoas", afirmou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Edivan Andrade.
Startups apresentam produtos e buscam novas conexões
O Aquário da Inovação também abriu espaço para dez startups dos segmentos de bioeconomia e tecnologia. Os empreendimentos foram selecionados por meio de chamada simplificada coordenada pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (Setec).
Durante a Expofeira, as empresas apresentam seus produtos e soluções e participam de atividades voltadas à conexão com investidores, networking e rodadas de negócios. A programação amplia o contato entre os empreendedores e potenciais parceiros e clientes.
Para Grimaldo Melo, CEO da Startup Pizzolato, a participação na Expofeira permite apresentar o trabalho da empresa a um público maior.
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"Estar aqui hoje é uma grande conquista pra gente, expor nossos produtos é uma forma de outras pessoas conhecerem o que produzimos. É uma grande oportunidade de crescer", destacou.
Ciência e biodiversidade como foco
Além das startups e das instituições de pesquisa, o pavilhão reúne empresas e organizações parceiras ligadas aos setores de ciência, tecnologia e inovação. A presença desses atores cria um ambiente de troca entre diferentes segmentos e abre espaço para a formação de parcerias e novas conexões para projetos desenvolvidos no estado.
A proposta do Aquário da Inovação é também mostrar como a pesquisa produzida no Amapá pode chegar ao mercado e gerar aplicações práticas. Nesse contexto, a biodiversidade amazônica aparece como uma das bases para iniciativas de bioeconomia e desenvolvimento de soluções tecnológicas.
Ao longo da Expofeira 2026, o espaço seguirá recebendo visitantes, pesquisadores, estudantes e empreendedores, com exposição de projetos e atividades voltadas à ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo.
