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Amapá tem saldo de 989 empregos formais em agosto, maior variação relativa na Região Norte
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Amapá tem saldo de 989 empregos formais em agosto, maior variação relativa na Região Norte

No ano, são mais de 4 mil novos empregos com carteira assinada no estado, segundo informações do Novo Caged


Com um saldo de 989 postos de trabalho, o Amapá teve a maior variação relativa em agosto na Região Norte, com 1,24%. O estado criou 4.016 vagas com carteira assinada no período e registrou 3.027 desligamentos. Em toda a Região Norte, o saldo foi de 17.852 vagas formais em agosto.

Nos oito primeiros meses do ano, o saldo de empregos formais no Amapá supera 4 mil vagas com carteira assinada. Agosto é o segundo melhor mês de 2023, atrás apenas de julho, que registrou 1.018 novos postos de trabalho.

Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) e foram divulgados nesta segunda-feira, 2/10, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Em agosto, o estado teve desempenho positivo em quatro dos cinco grandes grupamentos avaliados. O principal destaque foi o setor de Serviços, com saldo de 417 vagas geradas no mês, que levam o estoque do setor para 40,5 mil empregos formais no Amapá. Na sequência aparecem o Comércio (saldo de 274 vagas), a Indústria (+227), e a Construção (+89). A Agropecuária teve queda no saldo em 18 vagas, porém manteve o estoque em 1.333.

Os municípios com maior saldo no período foram a capital, Macapá (624), seguida de Santana (320), Porto Grande (36), Ferreira Gomes (16) e Cutias (9).

 

NACIONAL — O mês de agosto terminou com 220.844 novas vagas de emprego com carteira assinada em todo o país. No acumulado do ano, o Brasil tem um saldo de 1,38 milhão de vagas.

O estoque de empregos formais no país chegou a 43,8 milhões de postos no mês, uma variação de 0,51% em relação ao mês anterior e o maior valor já registrado na série histórica levando em conta tanto o período do Caged (junho de 2002 a 2019) quanto do Novo Caged (a partir de 2020).

Segundo o ministro Luiz Marinho, “a expectativa é de crescimento e que até o fim do ano o país possa gerar cerca de 2 milhões de empregos formais”. O saldo do mês foi reflexo de 2.099.211 admissões contra 1.878.367 desligamentos. No ano, as admissões alcançaram 15.937.956 postos, sendo desligados 14.549.894 trabalhadores.

 

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SETORES — O setor de serviços foi o maior gerador de empregos em agosto, chegando a 114.439 postos gerados no mês e 771.130 vagas no ano. O setor do Comércio gerou em agosto 41.843 empregos, a indústria 31.086, a Construção 28.359 e a Agropecuária 5.126. No ano, a Construção Civil ficou em 2ª lugar (222.925 postos gerados), seguido da Indústria (187.573), Agropecuária (105.422) e Comércio (101.032).

 

100% POSITIVO — Entre os estados, todos tiveram variação positiva do emprego no mês, com destaque para São Paulo, que teve o melhor desempenho, gerando 65.462 postos no mês, seguido do Rio de Janeiro (18.992) e Pernambuco (15.566).

 

SALÁRIO — O cadastro também demonstra pequeno crescimento no salário de admissão e desligamento, que chegou a R$ 2.037,90 e R$ 2.121,90 em agosto, respectivamente. O saldo por sexo registra que foram 128.405 vagas geradas para homens e 92.439 para mulheres. A maior geração ocorreu na faixa etária de 18 a 24 anos (124.669) e em relação a raça ou cor, a maior parte das vagas geradas foram para pardos (130.917), brancos (56.099) e negros (20.738).

 

Fontes: Ministério do Trabalho e Emprego
Por 
Claudio Fernandes Batista
Edição: Marcelo Inácio de Sousa

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