Morador da Aldeia Kumarumã, distante 40 minutos da aldeia Tukai, o indígena Galibi Marworno Nordevaldo dos Santos encontrou na ação de saúde promovida pelo Governo do Amapá uma oportunidade para dar continuidade ao tratamento fisioterapêutico sem precisar se deslocar até a sede do município de Oiapoque. Durante o II Festival Cultural Galibi-Marworno, ele recebeu uma nova avaliação e orientações para manter os exercícios na comunidade onde vive.
Nordevaldo recebeu uma nova avaliação e orientações para manter os exercícios na comunidade onde vive
Diagnosticado com Parkinson há quatro anos, Nordevaldo já realizava acompanhamento fisioterapêutico na rede estadual, mas encontrou dificuldades para manter as consultas devido à distância entre a aldeia e o Hospital do municipio de Oiapoque. A presença da equipe multiprofissional da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) no festival possibilitou a retomada do acompanhamento e a atualização do plano terapêutico.
"Quando soube que a equipe estaria aqui, aproveitei para fazer o atendimento. Recebi novas orientações e exercícios para continuar praticando na aldeia. Para quem mora distante, essa oportunidade faz toda a diferença", destacou Nordevaldo.
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A fisioterapeuta, Diana Macial, que acompanha o paciente em Oiapoque, explicou que ações itinerantes fortalecem a continuidade do cuidado e reduzem as dificuldades enfrentadas por moradores de comunidades de difícil acesso.
"Encontrar novamente um paciente que já faz acompanhamento conosco foi muito importante. Conseguimos avaliar a evolução do tratamento, orientar novas adaptações e reforçar os exercícios que ele pode realizar na aldeia. Esse contato aproxima os serviços de saúde das comunidades e contribui para a continuidade da assistência", ressaltou.
