Foto: Márcia do Carmo/GEA e Lucas Brito/Polícia Civil
Governo do Amapá lança campanha "Não Espere 24h" para conscientizar sobre ocorrências de pessoas desaparecidas
Publicidade

Governo do Amapá lança campanha "Não Espere 24h" para conscientizar sobre ocorrências de pessoas desaparecidas

Ação busca alertar sobre a importância de não esperar um dia inteiro para registrar a ocorrência.


O Governo do Amapá lançou nesta segunda-feira, 3, a campanha “Não Espere 24h”, voltada para a conscientização sobre o desaparecimento de pessoas. A ação busca alertar a população sobre este tipo de ocorrência, enfatizando que não há necessidade de aguardar um dia para o registro da ocorrência.

Com a informação, o trabalho investigativo pode se tornar imediato. A iniciativa é coordenada pelo Núcleo de Investigações de Pessoas Desaparecidas, subsidiada a Delegacia Especializada em Crimes Contra a Pessoa (Decipe), da Polícia Civil, e acontecerá ininterruptamente durante todo o ano no Amapá.

"A campanha quer divulgar para o cidadão sobre a desnecessidade de aguardar qualquer outro lapso temporal para comunicar um desaparecimento. Quanto antes for feito o registro, mais efetiva será a busca e melhor as chances de localização. Qualquer situação de sumiço que fuja da normalidade pode ser comunicada, independente da idade", destacou o titular da Decipe e coordenador do Núcleo em Macapá, delegado Leonardo Leite.

Para fortalecer a segurança pública do Amapá e integrar o trabalho de inteligência nacional, o Governo do Estado reforçou as ações estratégicas da Polícia Civil com a criação do Núcleo de Investigações de Pessoas Desaparecidas. O serviço concentra as ocorrências em Macapá.

Nos demais municípios do estado, o Departamento de Polícia do Interior (DPI) montou o setor nas delegacias, que também estão aptas a receber e apurar ocorrências de pessoas desaparecidas. O registro pode ser feito também na Delegacia Virtual, disponível na internet. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“No Amapá, no ano de 2022, houve o registro de 343 desaparecimentos em todo o estado. Desse total, 142 foram de crianças e adolescentes, o que equivale a 41% dos casos. Desse número, só há informações de 43 localizações. Porém, isso não quer dizer que o restante das pessoas estão desaparecidas, mas há casos em que o comunicante do Boletim de Ocorrência não informa que o desaparecido retornou ao lar por meios próprios ou foi achado posteriormente", finalizou Leite.

 

Por: Marcelle Corrêa

Publicidade

Veja fotos





O que achou desta notícia?


Cursos Básicos para Concursos