Moradores do Habitacional Mucajá recebem ação de cidadania e assistência do Governo do Estado
- Ana Anspach
- 02/05/2026
- AÇÃO SOCIAL
Iniciativa ofertou serviços de saúde, bem-estar, assistência social e entrega de cestas básicas na Zona Sul de Macapá.
O Governo do Estado reafirmou o compromisso com a inclusão social e o combate à vulnerabilidade com uma ação integrada realizada na manhã deste sábado, 2, no Conjunto Habitacional Mucajá, localizado no bairro Beirol, Zona Sul de Macapá.
A iniciativa, desenvolvida em parceria com a Associação Amigos do Bem e a Oficina Escola de Lutheria da Amazônia (Oela), beneficiou famílias com atendimentos médicos, serviços de estética e bem-estar, além da distribuição de cestas básicas. O objetivo é promover cidadania e garantir acesso à rede de proteção social para pessoas em situação de extrema vulnerabilidade.
O secretário de Estado da Assistência Social, Hugo Paranhos, destacou que a gestão fortalece os vínculos comunitários ao descentralizar os atendimentos.
“A presença direta do Estado em conjuntos habitacionais e áreas periféricas é fundamental. Nosso foco é garantir que os serviços e direitos cheguem a quem mais precisa, facilitando o acesso e fortalecendo a relação entre a comunidade e o Governo”, ressaltou o gestor.
A moradora Dionei Lobato, de 50 anos, que está desempregada e cuida de quatro filhos, expressou gratidão pelo suporte recebido.
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“No momento, não tenho condições de comprar o básico e sobrevivemos com uma pequena ajuda do meu filho mais velho. Passamos por grandes dificuldades e essa ajuda do Governo do Amapá é maravilhosa. Só tenho a agradecer”, disse Dionei.
A coordenadora da Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas), Karen Priscila, explicou que a ação combate o isolamento social e a dificuldade de deslocamento enfrentada por muitos residentes.
“Ao trazer essa estrutura para dentro do habitacional, o Governo e os parceiros garantem que o cidadão resolva questões essenciais sem custos de transporte. Além disso, os serviços de assistência dão visibilidade a quem vive em situação de risco, integrando-os às políticas públicas”, pontuou a coordenadora.
