A mistura de jazz, música instrumental e sonoridades amazônicas marcou o segundo dia do 18º Amapá Jazz Festival, nesta sexta-feira, 23, no Pátio da Casa do Artesão. Com apoio do Governo do Estado, o evento reuniu artistas de diferentes origens e trajetórias em uma programação gratuita, que valoriza a produção musical e amplia o acesso da população à diversidade cultural.
Para a secretária de Estado da Cultura, Clicia Di Miceli, o festival contribui para consolidar o Amapá no circuito de grandes eventos musicais e ampliar a visibilidade dos artistas do estado.
“O Amapá Jazz Festival já é consagrado como o maior festival de música experimental da Amazônia e, em todas as edições, o Governo do Amapá tem apoiado para fortalecer o cenário musical local do nosso estado. A importância desse evento coloca também o Amapá na rota dos grandes festivais de música e valoriza os artistas locais, que conseguem interagir com grandes nomes da música nacional e internacional”, destacou a secretária.
Os shows aproximaram o público de diferentes linguagens musicais, com destaque para a música instrumental e para o encontro entre influências amazônicas, brasileiras e caribenhas.
Frequentador do festival há vários anos, o gerente comercial Fernando Bedran também ressaltou a contribuição da programação para a valorização da cultura e o acesso à música de qualidade.
“Há muitos anos eu participo do festival. Música instrumental é riqueza, é complementação de cultura. A gente só tem a agradecer por três dias de pura música boa e alegria”, destacou Bedran.
A programação também reforça a importância do festival como espaço de intercâmbio entre artistas locais e convidados internacionais, fortalecendo a circulação da música produzida na região e criando oportunidades para novas experiências entre músicos e público.
Mistura de sons em um único palco
A programação começou com o grupo Amajazzon, atração que integrou a conexão musical entre o Amapá e a música caribenha. Na sequência, o paraense Edmárcio Paixão apresentou seu trabalho como violonista, guitarrista, compositor e produtor musical.
Logo após, o grupo amapaense Marrecos Land levou ao palco uma proposta instrumental que combinou elementos do jazz com ritmos tradicionais do Amapá, como o Marabaixo e o Batuque.
Encerrando a noite, o cantor, compositor e músico Chris Combette, da Guiana Francesa, apresentou uma sonoridade marcada pelo encontro de influências afro-caribenhas, crioulas, latino-americanas e africanas.
A iniciativa integra as ações de fomento à cultura no estado, fortalece a economia criativa e incentiva a circulação da produção artística amapaense, ampliando as oportunidades para músicos, produtores e outros profissionais do setor.
Confira a programação deste sábado, 24:
- 19h - Rogério Alsan
- 20h - Deize Pinheiro
- 21h - Filó Machado
