Duas pessoas foram presas pela Polícia Federal (PF) neste sábado (9) pelo crime de tráfico de drogas em Macapá. A operação, batizada de "Delivery", combate a atividade de um grupo criminoso que comercializava entorpecentes por redes sociais e entregava o material em casas, bares, supermercados, festas e até em escolas.
Conforme a PF, os policiais saíram às ruas para dar cumprimento a dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão nos bairros Jardim Marco Zero e Universidade, na Zona Sul da cidade. Um dos mandados de prisão não foi cumprido e o investigado é considerado foragido.
Na casa do investigado de 22 anos detido pela operação, a polícia encontrou dinheiro e porções de maconha, cocaína e ecstasy preparadas para comercialização. Por isso, ele e uma mulher foram detidos em flagrante. Além disso, dois veículos que seriam usados no "delivery" de drogas foram apreendidos.
Operação apreendeu drogas e dinheiro — Foto: PF/Divulgação
A investigação, que contou com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Amapá, apontou que os investigados divulgavam a venda de drogas por redes sociais, como o Whatsapp, e faziam as entregas em endereços combinados com os compradores.
Eram comercializadas pequenas porções de cocaína, skunk, ecstasy e LSD, segundo a PF, para tentar despistar a polícia, em eventual ação.
Os alvos dos mandados de prisão deste sábado já eram investigados por tráfico de drogas e outros crimes.
Segundo a PF, o homem de 22 anos pertence a uma facção criminosa, com passagens de roubo, furto e tráfico de drogas. O outro, de 25 anos, que está foragido, já foi investigado por tráfico de drogas e foi alvo de prisão temporária na Operação Private, que combateu em 2020 a venda de drogas sintéticas para festas clandestinas na pandemia da Covid-19.
Os investigados podem responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e integrar organização criminosa.
Fonte: G1-AP / Foto: PF/Divulgação
