Sábado, 5 de Setembro de 2026 · Macapá-AP Portal Eleições 2026 Municípios
Amapá Digital Amapá Digital
Premium
Últimas
Cintia Dicker é confirmada como musa da Salgueiro no Carnaval 2027 Após descoberta de petróleo, Ibama autoriza Petrobras a perfurar três novos poços na costa do Amapá Saúde sexual não se mede pela frequência das relações, diz especialista Eco Filter é a grande vencedora do Demoday do Amapá Startup Projeto leva crianças de Macapá para vivenciar a natureza amazônica e aprender sobre sustentabilidade UE suspende importações de carnes do Brasil e setor busca alternativas Museu de Computação do ICMC trabalha na restauração de mais de 100 calculadoras mecânicas de seu acervo Gastos dos municípios com saúde superam em piso constitucional em 7,2% e sobrecarregam cofres locais ELEIÇÕES 2026: Lula lidera no Nordeste, mas Flávio Bolsonaro aparece à frente em outras regiões, aponta pesquisa Datafolha El Niño muito forte tem 90% de chance de ocorrer entre setembro e novembro Governo do Amapá leva açaí para alimentação escolar de mais de 12,5 mil estudantes da rede estadual 50 ostras por semana: influenciadora fitness aposta em rotina "Afrofit" à base de alimentos afrodisíacos Governo do Amapá e ONU lançam licitação para construção de 10 escolas indígenas Conexão Norte-Minas: Mega Pressão e Djonga agitam o Festival da Juventude em Santana Curva epidemiológica das síndromes respiratórias apresenta redução e atendimento às crianças é ampliado no Amapá Amapaenses podem concorrer a 2,5 mil vagas em programa gratuito do Santander que prepara profissionais para trabalhar no mercado financeiro Cintia Dicker é confirmada como musa da Salgueiro no Carnaval 2027 Após descoberta de petróleo, Ibama autoriza Petrobras a perfurar três novos poços na costa do Amapá Saúde sexual não se mede pela frequência das relações, diz especialista Eco Filter é a grande vencedora do Demoday do Amapá Startup Projeto leva crianças de Macapá para vivenciar a natureza amazônica e aprender sobre sustentabilidade UE suspende importações de carnes do Brasil e setor busca alternativas Museu de Computação do ICMC trabalha na restauração de mais de 100 calculadoras mecânicas de seu acervo Gastos dos municípios com saúde superam em piso constitucional em 7,2% e sobrecarregam cofres locais ELEIÇÕES 2026: Lula lidera no Nordeste, mas Flávio Bolsonaro aparece à frente em outras regiões, aponta pesquisa Datafolha El Niño muito forte tem 90% de chance de ocorrer entre setembro e novembro Governo do Amapá leva açaí para alimentação escolar de mais de 12,5 mil estudantes da rede estadual 50 ostras por semana: influenciadora fitness aposta em rotina "Afrofit" à base de alimentos afrodisíacos Governo do Amapá e ONU lançam licitação para construção de 10 escolas indígenas Conexão Norte-Minas: Mega Pressão e Djonga agitam o Festival da Juventude em Santana Curva epidemiológica das síndromes respiratórias apresenta redução e atendimento às crianças é ampliado no Amapá Amapaenses podem concorrer a 2,5 mil vagas em programa gratuito do Santander que prepara profissionais para trabalhar no mercado financeiro
Publicidade
Qualidade

Saúde sexual não se mede pela frequência das relações, diz especialista

No Dia do Sexo, psicóloga defende que prazer, autoestima, autoconhecimento e respeito aos próprios limites são indicadores mais importantes do que a quantidade de transas.

M
Manuella Tavares 05/09/2026 às 04:35
Publicidade
Saúde sexual não se mede pela frequência das relações, diz especialista

Quantas vezes uma pessoa faz sexo ainda é uma das formas mais comuns de medir sua vida sexual. Para a psicóloga, sexóloga e neuropsicóloga Fernanda Purificação, porém, essa lógica ignora o que realmente importa. No Dia do Sexo, celebrado em 6 de setembro, ela propõe uma mudança de perspectiva: saúde sexual não deveria ser medida pela frequência das relações, mas pela forma como cada pessoa se relaciona com o próprio corpo, seus desejos, seus limites e seu prazer.

"Gostaria de propor que, nesta data, a gente refletisse menos sobre a quantidade de pessoas que estão transando e mais sobre quantas delas estão vivendo de forma inteira a sua sexualidade", afirma a especialista.

A reflexão encontra eco na história de Yasmin Polemick. Depois de anos em um relacionamento marcado por controle financeiro e desgaste emocional, a criadora de conteúdo encontrou no Hotvips, plataforma brasileira de monetização de fotos e vídeos eróticos, não apenas uma fonte de renda, mas também um caminho para reconstruir a autoestima e desenvolver uma relação mais positiva com o próprio corpo. "Enquanto o homem que estava do meu lado me deixava sempre para baixo, os clientes elevavam minha autoestima", conta.

Para Fernanda, a experiência ilustra algo que ela observa com frequência no consultório: saúde sexual, bem-estar emocional e autoestima caminham juntos. "A sexualidade não pode ser reduzida a desempenho ou frequência. Ela está diretamente ligada à forma como cada pessoa vive seus desejos, seus limites e sua relação consigo mesma", afirma.

A qualidade da experiência importa mais que a frequência

A ideia de que sexo faz bem para a saúde não é mito. O que muitas vezes passa despercebido é que os benefícios dependem muito mais da qualidade da experiência e do contexto em que ela acontece do que da quantidade de relações. "Não existe resposta sexual separada da cabeça, do corpo e da vida que a pessoa está vivendo. Estresse, cansaço, autoestima, relacionamento e saúde física influenciam diretamente o desejo", explica Fernanda.

Isso ajuda a entender por que uma experiência sexual satisfatória pode contribuir para o relaxamento, o prazer e o bem-estar emocional. Mas também explica por que nem toda relação sexual produz os mesmos efeitos. "Não é qualquer sexo que faz bem. Sexo vivido na obrigação, no medo, na pressão, na dor ou para evitar conflito pode produzir exatamente o contrário", afirma.

A especialista explica que a neurociência ajuda a entender esse processo. "Durante a excitação e o orgasmo, o cérebro ativa circuitos ligados ao prazer, ao vínculo afetivo e à sensação de recompensa. Mas, para que isso aconteça, o ambiente precisa ser percebido como seguro. Por isso, costumo dizer que o cérebro é o nosso maior órgão sexual. O corpo não responde sozinho."

Conhecer o próprio corpo também é saúde sexual

Quando começou a produzir conteúdo adulto, Yasmin ainda estava no antigo relacionamento. A renda gerada pelo trabalho ajudou a construir sua independência financeira e permitiu que reorganizasse a própria vida. Ao mesmo tempo, o contato diário com o próprio corpo trouxe uma mudança que ela não esperava: a recuperação da autoestima.

Essa reconexão é o que Fernanda chama de consciência corporal. Segundo ela, a masturbação é uma das ferramentas mais importantes nesse processo. "A prática permite que a pessoa descubra como o próprio corpo responde, quais estímulos funcionam, qual intensidade é melhor e como o prazer aparece. Não é treino para fazer bonito para o outro. É consciência de si mesma."

Histórias como a de Yasmin ajudam a ilustrar uma dimensão pouco discutida da saúde sexual: a capacidade de tomar decisões sobre o próprio corpo, reconhecer desejos e desenvolver autonomia.

No Hotvips, relatos sobre aumento da autoestima, maior conhecimento corporal e independência financeira aparecem com frequência entre mulheres que transformaram a produção de conteúdo em fonte de renda.

Intimidade se constrói antes do quarto

Para quem está em um relacionamento, Fernanda faz um alerta: esperar que o desejo simplesmente apareça ao final de um dia cansativo costuma gerar frustração. "O adulto tem trabalho, boleto, preocupações e uma fila interminável de questões. É válido lembrar que o sexo começa numa conversa e é por isso que é importante cultivar intimidade antes de cobrar o sexo: uma conversa, um toque, um beijo, presença."

Ela também destaca que nem toda demonstração de carinho precisa terminar em sexo. "Se isso acontece, as pessoas começam a evitar até o abraço."

Para a especialista, falar sobre sexualidade fora do quarto é uma das recomendações mais frequentes que faz aos casais. "Perguntar o que está gostoso, o que mudou, o que desperta desejo. Às vezes o que falta na cama começa antes dela."

Nem toda queda de libido é um problema

Fernanda explica que ter menos vontade de fazer sexo não significa necessariamente que existe um problema. A libido varia naturalmente ao longo da vida e sofre influência de fatores como maternidade, luto, alterações hormonais, uso de medicamentos, estresse e privação de sono.

Segundo ela, o sinal de atenção aparece quando a mudança é persistente e provoca sofrimento. Nesses casos, a especialista sugere mudar o foco da pergunta. "Em vez de questionar por que você não quer sexo, a pergunta mais útil é o que está acontecendo com o seu corpo, a sua cabeça, suas relações e sua vida nesse momento."

Segundo Fernanda, compreender esse contexto é o primeiro passo para entender o lugar que o desejo ocupa na vida de cada pessoa.

Sobre o Hotvips

O Hotvips é uma plataforma brasileira de venda de conteúdo adulto voltada para criadores que desejam transformar conteúdo em renda com segurança, autonomia e suporte especializado. Em parceria estratégica com o Sexlog, maior rede de sexo e swing da América Latina, reúne creators de diferentes perfis que encontraram na produção de conteúdo uma forma de construir independência financeira.

Fernanda Purificação é psicóloga, sexóloga e neuropsicóloga. Atua com saúde sexual, comportamento e bem-estar, integrando psicologia, neurociência e sexologia clínica em sua prática profissional.

Relacionadas

Mais da editoria →