Amapá Digital | Segunda-Feira, 23 de fevereiro de 2026.
Incursões ocorrem em pontos estratégicos de Macapá, Santana e Laranjal do Jari, mapeados pela Inteligência, para prevenir a violência e coibir ações criminosas.
O Governo do Estado intensifica a proteção aos cidadãos e aplica tolerância zero contra o crime organizado em mais um ciclo da Operação Protetor. A ofensiva conta com o emprego de mais de 100 policiais militares em locais estratégicos dos municípios de Macapá, Santana e Laranjal do Jari.O secretário adjunto de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Felipe Vieira, explica que a atuação das equipes é orientada por ações de inteligência, principal ferramenta da gestão estadual para antecipar a conduta de infratores e desarticular grupos criminosos.Felipe Vieira, secretário adjunto da SejuspFoto: Arquivo/Sejusp“As forças policiais do Amapá estão integradas para garantir a defesa e a sensação de segurança da nossa população. Estão empenhados policiais militares e civis, além de aparato tecnológico de inteligência, para assegurar que o estado mantenha os indicadores positivos de tranquilidade que já alcançamos”, enfatizou Vieira.O comandante-geral em exercício da Polícia Militar do Amapá (PM/AP), coronel Carlos Augusto, destacou que, especificamente na Operação Protetor, estão sendo empregadas 25 viaturas, 10 motocicletas para acesso a locais de difícil trafegabilidade e drones de alta performance, além da Carreta da Segurança para integração e análise de dados em tempo real.“É uma ampliação do policiamento rotineiro, fortalecido com ações estratégicas de fiscalização e patrulhamento ostensivo. O policiamento ordinário segue normalmente nos 16 municípios, enquanto a operação age de forma incisiva contra crimes recorrentes em regiões de fronteira, como é o caso do Amapá”, concluiu o comandante.Ativação da operação na região metropolitanaFoto: Iago Fonseca/SejuspResultados da Operação ProtetorEm dois anos de implementação pelo Governo do Estado e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a Operação Protetor já resultou em mais de 86 mil abordagens e cerca de 600 prisões, além da apreensão de drogas e armas.A desarticulação financeira do crime organizado também avançou. Somente em 2025, as apreensões causaram prejuízos superiores a R$ 1,5 milhão a esses grupos. Paralelamente, a gestão estadual consolidou evolução nos indicadores, como a queda de 67% nos roubos em um período de três anos.Drogas apreendidas no âmbito da operaçãoFoto: DivulgaçãoCoordenada pela Sejusp, a operação mobiliza efetivos das polícias Militar e Civil, com apoio do Grupo Tático Aéreo (GTA) e da Coordenadoria de Inteligência e Operações (Ciop).Balanço das ações de integração:Bloqueios estratégicos de trânsito: 2,12 mil;Veículos fiscalizados: 38,2 mil;Indivíduos abordados: 86,8 mil;Indivíduos presos: 648;Drogas apreendidas: 127,61 kg;Armas de fogo apreendidas: 116.Preleção inicial com equipes de Macapá e SantanaFoto: Iago Fonseca/SejuspSaída das viaturas em comboio, no bairro Beirol em MacapáFoto: Iago Fonseca/SejuspAtuação da Protetor em regiões ribeirinhasFoto: Arquivo/SejuspApoio do Grupo Tático Aéreo na operação
O Governo do Estado intensifica a proteção aos cidadãos e aplica tolerância zero contra o crime organizado em mais um ciclo da Operação Protetor. A ofensiva conta com o emprego de mais de 100 policiais militares em locais estratégicos dos municípios de Macapá, Santana e Laranjal do Jari.
O secretário adjunto de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Felipe Vieira, explica que a atuação das equipes é orientada por ações de inteligência, principal ferramenta da gestão estadual para antecipar a conduta de infratores e desarticular grupos criminosos.
“As forças policiais do Amapá estão integradas para garantir a defesa e a sensação de segurança da nossa população. Estão empenhados policiais militares e civis, além de aparato tecnológico de inteligência, para assegurar que o estado mantenha os indicadores positivos de tranquilidade que já alcançamos”, enfatizou Vieira.
O comandante-geral em exercício da Polícia Militar do Amapá (PM/AP), coronel Carlos Augusto, destacou que, especificamente na Operação Protetor, estão sendo empregadas 25 viaturas, 10 motocicletas para acesso a locais de difícil trafegabilidade e drones de alta performance, além da Carreta da Segurança para integração e análise de dados em tempo real.
“É uma ampliação do policiamento rotineiro, fortalecido com ações estratégicas de fiscalização e patrulhamento ostensivo. O policiamento ordinário segue normalmente nos 16 municípios, enquanto a operação age de forma incisiva contra crimes recorrentes em regiões de fronteira, como é o caso do Amapá”, concluiu o comandante.
Resultados da Operação Protetor
Em dois anos de implementação pelo Governo do Estado e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a Operação Protetor já resultou em mais de 86 mil abordagens e cerca de 600 prisões, além da apreensão de drogas e armas.
A desarticulação financeira do crime organizado também avançou. Somente em 2025, as apreensões causaram prejuízos superiores a R$ 1,5 milhão a esses grupos. Paralelamente, a gestão estadual consolidou evolução nos indicadores, como a queda de 67% nos roubos em um período de três anos.
Coordenada pela Sejusp, a operação mobiliza efetivos das polícias Militar e Civil, com apoio do Grupo Tático Aéreo (GTA) e da Coordenadoria de Inteligência e Operações (Ciop).
Balanço das ações de integração:
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