Amapá Digital | Quarta-Feira, 14 de janeiro de 2026.
Trabalho entre secretarias estaduais busca ampliar o respeito e garantir direitos para essa população.
O Governo do Amapá reuniu diversas equipes para planejar as atividades do Mês da Visibilidade Trans, Travesti e Não-Binária nesta quarta-feira, 14. O objetivo é juntar forças entre diferentes áreas do Estado para oferecer serviços de cidadania, saúde e proteção, garantindo que o respeito à diversidade chegue para todos.O trabalho é liderado pela Secretaria de Estado dos Direitos Humanos (Sedih), com apoio das secretarias de Mulheres (SEPM), da Saúde (Sesa) e do Conselho Estadual LGBTQIA+. Juntos, esses órgãos definem como cada área pode ajudar a melhorar a vida das pessoas trans no Amapá.O gerente do Núcleo da Diversidade de Gênero da Sedih, Bryan Marques, destacou que a articulação reforça o compromisso do governo com os direitos humanos e a inclusão social, especialmente durante o mês da visibilidade trans.Gerente do Núcleo da Diversidade de Gênero da Sedih, Bryan MarquesFoto: Gian Pantoja/GEA"Isso permite que a gestão trabalhe com diversas secretarias para criar ações que garantam cidadania, dignidade e superação da vulnerabilidade social da população trans", explicou.O alinhamento reforça a transversalidade das políticas públicas, assegurando que saúde, educação e assistência social atuem de forma articulada. O responsável técnico pela saúde da população LGBTQIA+ da Sesa, Renato Nascimento, ressaltou o protagonismo desse público no processo e lembrou que o Estado mantém o Ambulatório Trans, no Hospital Universitário, com atendimento exclusivo.Responsável técnico pela saúde da população LGBTQIA+ da Sesa, Renato NascimentoFoto: Gian Pantoja/GEA“Como parte das políticas de atenção à diversidade, a Sesa atua por meio do Ambulatório Trans, localizado no Hospital Universitário, que oferta atendimento exclusivo à população trans”, pontuou Renato.Além da saúde, o Governo do Estado oferece outras formas de apoio, como destacou Simone Jesus, coordenadora do Centro AMA-LBTI. Entre os exemplos estão as vagas reservadas para o público trans no programa Amapá Jovem e o acolhimento direto realizado pelo centro.Coordenadora do AMA-LBTI, Simone JesusFoto: Gian Pantoja/GEA“Entre as políticas de Estado, estão a cota para a população trans no Programa Amapá Jovem, o Ambulatório Trans e o AMA LBTI, dentre outros”, reforçou a coordenadora.O projeto será executado ao longo do mês com foco na ampliação do acesso a serviços públicos e na garantia de direitos, seguindo uma metodologia territorializada e orientada pelos princípios fundamentais dos direitos humanos.Alinhamento fortalece ações do Mês da Visibilidade Trans no AmapáFoto: Gian Pantoja/GEA
O Governo do Amapá reuniu diversas equipes para planejar as atividades do Mês da Visibilidade Trans, Travesti e Não-Binária nesta quarta-feira, 14. O objetivo é juntar forças entre diferentes áreas do Estado para oferecer serviços de cidadania, saúde e proteção, garantindo que o respeito à diversidade chegue para todos.
O trabalho é liderado pela Secretaria de Estado dos Direitos Humanos (Sedih), com apoio das secretarias de Mulheres (SEPM), da Saúde (Sesa) e do Conselho Estadual LGBTQIA+. Juntos, esses órgãos definem como cada área pode ajudar a melhorar a vida das pessoas trans no Amapá.
O gerente do Núcleo da Diversidade de Gênero da Sedih, Bryan Marques, destacou que a articulação reforça o compromisso do governo com os direitos humanos e a inclusão social, especialmente durante o mês da visibilidade trans.
"Isso permite que a gestão trabalhe com diversas secretarias para criar ações que garantam cidadania, dignidade e superação da vulnerabilidade social da população trans", explicou.
O alinhamento reforça a transversalidade das políticas públicas, assegurando que saúde, educação e assistência social atuem de forma articulada. O responsável técnico pela saúde da população LGBTQIA+ da Sesa, Renato Nascimento, ressaltou o protagonismo desse público no processo e lembrou que o Estado mantém o Ambulatório Trans, no Hospital Universitário, com atendimento exclusivo.
“Como parte das políticas de atenção à diversidade, a Sesa atua por meio do Ambulatório Trans, localizado no Hospital Universitário, que oferta atendimento exclusivo à população trans”, pontuou Renato.
Além da saúde, o Governo do Estado oferece outras formas de apoio, como destacou Simone Jesus, coordenadora do Centro AMA-LBTI. Entre os exemplos estão as vagas reservadas para o público trans no programa Amapá Jovem e o acolhimento direto realizado pelo centro.
“Entre as políticas de Estado, estão a cota para a população trans no Programa Amapá Jovem, o Ambulatório Trans e o AMA LBTI, dentre outros”, reforçou a coordenadora.
O projeto será executado ao longo do mês com foco na ampliação do acesso a serviços públicos e na garantia de direitos, seguindo uma metodologia territorializada e orientada pelos princípios fundamentais dos direitos humanos.
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