Segurança Pública

Sebrae tem segurança aprovada pela Polícia Federal durante Operação Segurança Legal IX


Com a aprovação da estrutura de segurança do Sebrae, a instituição reafirma seu papel de exemplo no cumprimento das normas e na promoção de um ambiente seguro e confiável para o empreendedorismo no Amapá.


O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Amapá (Sebrae) reafirma seu compromisso com a segurança, após a confirmação de que sua estrutura está devidamente regularizada e em conformidade com a legislação vigente, segundo avaliação realizada pela Polícia Federal durante a Operação Segurança Legal IX. A ação, deflagrada nesta quinta-feira (9/10), mobilizou cerca de 590 policiais federais em ações simultâneas nas 27 capitais brasileiras e 96 unidades descentralizadas da Polícia Federal.

Para a gerente da Unidade de Administração e Finanças do Sebrae, Maria Inês Barbosa, a conformidade com as exigências da Polícia Federal reforça a responsabilidade da instituição em oferecer um ambiente seguro para os colaboradores, parceiros e clientes.

“Estamos muito satisfeitos em ter nossa segurança aprovada pela Polícia Federal durante essa importante operação. A segurança é um pilar fundamental para o desenvolvimento sustentável das micro e pequenas empresas que apoiamos. Seguimos comprometidos com a legalidade e com a proteção de todos que fazem parte do nosso ecossistema de negócios”, destacou a gerente, Inês Barbosa.

A operação, realizada desde 2017 de forma anual, tem como objetivo principal coibir o funcionamento de empresas clandestinas que atuam no setor de segurança privada sem autorização, protegendo assim a integridade física das pessoas e o patrimônio dos contratantes. Durante a fiscalização, aproximadamente 565 estabelecimentos, incluindo casas noturnas, comércios e condomínios, foram monitorados para garantir que os serviços de segurança prestados estejam dentro dos padrões legais.

A Operação Segurança Legal IX é uma iniciativa coordenada pela Polícia Federal, que fiscaliza as empresas do setor para garantir que todas as atividades estejam regulamentadas, com vigilantes devidamente capacitados e autorizados. A contratação de serviços clandestinos, segundo a PF, representa um risco grave à segurança pública, pois não garante o devido controle dos antecedentes criminais, formação e aptidão dos profissionais envolvidos.

Por Denyse Quintas

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