Amapá Digital | Sábado, 14 de março de 2026.
Capacitação foi coordenada pela Polícia Científica sendo ministrada por peritos criminais das áreas de DNA, balística e local de crime, com aulas teóricas e práticas.
Encerrado nesta quarta-feira, 17, o curso “Cadeia de Custódia, Banco Nacional de Perfis Genéticos e Banco Nacional de Perfis Balísticos”, promovido pelo Governo do Amapá, reuniu 92 profissionais da Polícia Civil em três dias de capacitação voltados ao fortalecimento da segurança pública por meio da ciência forense.
Coordenado pela Polícia Científica (PCA), o curso foi ministrado por peritos criminais das áreas de DNA, balística e local de crime, com aulas teóricas e práticas realizadas no auditório da instituição. O objetivo foi ampliar a eficiência, a padronização e a resolutividade das investigações criminais no estado, garantindo maior segurança jurídica às provas e fortalecendo o combate ao crime no Amapá.
O delegado-geral da Polícia Civil, Cézar Vieira, destacou a importância da integração entre os órgãos de segurança para a elucidação de crimes e legalidade das provas.
“Esse conhecimento difundido entre a Polícia Científica e a Polícia Civil, é fundamental. Vamos trabalhar com técnicas mais elaboradas e boas práticas, preservando a cadeia de custódia e cumprindo o princípio da legalidade. Assim, conseguimos evitar nulidades e impedir que acusados de crimes sejam absolvidos por falhas processuais”, ressaltou Vieira.
Delegado Cézar Vieira, delegado-geral da Polícia Civil e Marcos Ferreira, diretor da Polícia Científica
Foto: Aydano Fonseca/Agência Nagib
Marcos Ferreira, diretor da PCA
Já o diretor da Polícia Científica, Marcos Ferreira, enfatizou a abrangência da capacitação e seus reflexos diretos nas investigações. Ferreira pontuou, ainda, que a iniciativa foi uma determinação do governador Clécio Luís e representa um marco na integração entre as forças de segurança.
"O curso foi ministrado integralmente por peritos da Polícia Científica, tanto do laboratório de DNA quanto do de balística forense. No último dia, realizamos uma mesa-redonda para discutir casos de sucesso em andamento no Amapá. Esse trabalho busca padronizar a coleta de vestígios e melhorar os procedimentos de inquérito. Ganha todo o processo, ganha a segurança pública e ganha a sociedade”, destacou o diretor.
Por Marcelle Corrêa
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