Sucesso de público! Museu Sacaca recebe mais de 92 mil visitantes em 2019



Atividades culturais, sociais e também de cunho educativo no Museu Sacaca atraíram 92.559 visitantes ao longo de 2019, segundo o relatório do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa).

Os números foram extraídos do livro de frequência usado na recepção do museu. De acordo com o relatório, o que mais mobilizou as visitações foram agendas de escolas públicas e privadas, turistas, visitantes locais e grupos de associações comunitárias.

As reformas e criações de novas ambientações também colaboraram para o aumento das visitas. Os espaços que ganharam revitalização são:  

  • Casas indígenas
  • Espaço multimídia
  • Espaço de leitura Samaúma das Palavras

Para o diretor-presidente do Iepa, Jorge Souza, o crescimento no registro de visitas chamou a atenção desde o lançamento em 2018 da campanha ‘Vem pro Museu. Valorize, que é nosso!’, que alcançou o total de 55 mil pessoas em 2018.

“Com estes novos números, compreendemos que o Museu Sacaca é um dos espaços mais visitado no Amapá, e isso só aumenta nosso compromisso em cuidar cada vez mais deste belo centro de entretenimento e conhecimento”, disse.

Entre as principais programações que reuniram grande público estão:

  • Sacaca na Folia
  • Atividades no planetário
  • Ciclo do Marabaixo
  • Programações nacionais do Ibram
  • Receptivo da Macha para Jesus Kids
  • Semana da Consciência Negra
  • Férias no Museu
  • Dia das Crianças
  • Quadra Junina

Histórico

O Museu Sacaca foi criado com o objetivo de disseminar e valorizar a cultura dos povos da Amazônia, através de espaços que demonstram e representam relações com o meio natural e o modo de vida dos ribeirinhos, índios, caboclos e quilombolas.

A estrutura física de 20 mil metros quadrados foi concebida para ser um espaço de histórias vivas, de forma a promover ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação, conservação do patrimônio global, desenvolvimento sustentável humano e do patrimônio cultural do Amapá.

Por: Claudio Rogério /  Foto: Maksuel Martins

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