Foto: Merlin Pires/PMM
Inicia 2º Ciclo do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti

Inicia 2º Ciclo do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti

Ação segue até o dia 17 de maio, com intensificação nos bairros que apresentam maior quantidade de criadouros do transmissor da Dengue, Febre Amarela, Chikungunya e Zika Vírus.


Os agentes da Secretaria Municipal da Vigilância em Saúde (SMVS) foram às ruas, na manhã desta segunda-feira (6), para o início do 2º Ciclo do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa). Ação segue até o dia 17 de maio, com intensificação nos bairros que apresentam maior quantidade de criadouros do transmissor da Dengue, Febre Amarela, Chikungunya e Zika Vírus.

Seis equipes estão em campo e visitam mais de seis mil imóveis para analisar a quantidade de infecção predial e orientar a população sobre os cuidados necessários para evitar criadouros do mosquito. A pesquisa é dividida em quatro ciclos, que vão durar 10 dias.

Vastiy Rosário recebeu os agentes na residência e comentou a importância da visita dos servidores da Divisão Municipal de Controle de Dengue da SMVS. “Eu sempre tomo muito cuidado com as coisas da minha casa, para não acumular água e não ter problema. É sempre bom receber profissionais do assunto, que podem orientar a gente da melhor forma”.

A luta contra a dengue ganhou mais um aliado, com a criação da vacina Qdenga, produzida pelo laboratório japonês Takeda e aplicada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Município de Macapá recebeu e aplicou 14 mil doses do imunizante. A segunda dose será aplicada em julho.

“A dengue é algo que me preocupa bastante. Sou de Fortaleza e os casos estavam muito altos na região. Então, sempre tento cuidar ao máximo para evitar qualquer problema”, comentou o morador do bairro Novo Buritizal, Bruno Oliveira.

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O Aedes Aegypti é causador de várias arboviroses como febre amarela, dengue, chikungunya e zika vírus. Vigilância em Saúde recomenda o uso do repelente, bem como evitar acúmulo de água em recipientes e telar janelas das residências. E, também, que os munícipes recebam os agentes de endemias da Prefeitura de Macapá, devidamente identificados. A colaboração é essencial para que o combate à dengue seja feito.

 

Por Andreia Tavares

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