Foto: Gabriel Penha/GEA
Homenagem ao Dia do Trabalhador marca retomada da programação do Ciclo do Marabaixo 2024 no Amapá

Homenagem ao Dia do Trabalhador marca retomada da programação do Ciclo do Marabaixo 2024 no Amapá

Rufar dos tambores será na quarta-feira, 1º de maio, no barracão Tia Gertrudes, do grupo Berço do Marabaixo, a partir das 16h.


O Dia do Trabalhador, celebrado nesta quarta-feira, 1º de maio, marca a retomada do Ciclo do Marabaixo 2024 e o rufar dos tambores em evento festivo a partir das 16h na Associação Berço do Marabaixo (Barracão da Tia Gertrudes), no bairro Santa Rita, em Macapá. A programação tem o apoio do Governo do Amapá com agendas culturais que se estendem até junho. 

O "Marabaixo do Trabalhador" é uma tradição realizada há pelo menos 10 anos no barracão integrado pela associação para agradecer e homenagear os trabalhadores amapaenses com a maior expressão cultural do Amapá. 

“É uma forma de mostrar a força de nossa cultura e oportunizar àquelas pessoas que não têm oportunidade em outros dias, de conhecer o marabaixo nesse feriado”, ressalta a representante do grupo Berço do Marabaixo, Valdinete Costa. 

No mês de maio, também haverá retirada, cortejo e levantamento dos mastros nos barracões, início das novenas do Divino Espírito Santo e da Santíssima Trindade, missas, cortejo da murta, dentre outros. 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA

 

Ciclo do Marabaixo

A tradição é realizada pelos grupos Berço do Marabaixo, Raízes da Favela (Dica Congó), Marabaixo do Pavão, Raimundo Ladislau, União Folclórica de Campina Grande (UFCG) e Santíssima Trindade, da comunidade de Casa Grande, sendo os dois últimos da zona rural de Macapá.  

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A programação do Ciclo recebe apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e da Fundação Estadual de Promoção de Políticas de Igualdade Racial (Fundação Marabaixo).  

 

Patrimônio cultural 

Em 2018, o marabaixo recebeu o título de patrimônio cultural brasileiro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A certificação reconhece a presença das ancestralidades africanas na formação social e cultural do Amapá e da Amazônia. Além disso, pode assegurar condições de transmissão e reprodução dessa manifestação cultural. 

 

Por: Gabriel Penha

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