Polícia Civil
Em Macapá, Polícia Civil prende homem acusado de abusar sexualmente de duas sobrinhas
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Em Macapá, Polícia Civil prende homem acusado de abusar sexualmente de duas sobrinhas



Nesta quinta-feira (26), a Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra Criança e Adolescente (DERCCA), deu cumprimento ao mandado de prisão preventiva de um homem, de 24 anos de idade, acusado da prática do crime de estupro de vulnerável. 

Segundo a Delegada Katiúscia Pinheiro, adjunta da DERCCA, o homem é acusado pela prática de estupro de vulnerável contra duas sobrinhas. De uma ele teria abusado sexualmente desde que ela tinha 9 até 10 anos de idade e da outra desde 9 até 12 anos de idade, sendo o último fato ocorrido no início de abril de 2025, só cessando porque ele fugiu devido a denúncia de uma das vítimas. 

“Pelo que foi apurado, o indiciado se aproveitava da relação de confiança que detinha na família e praticava os abusos  sexuais, estupros consumados, em momentos em que os pais das crianças precisavam sair”, afirmou a Delegada.

Além disso, ele responde a outra ação penal por estupro de vulnerável contra outra vítima, uma criança da vizinhança onde ele morava à época do fato, em 2024, no Conjunto Miracema.

A primeira vítima a denunciar os abusos foi a mais jovem, em um momento de conselhos com irmã mais velha, ela sentiu confiança e relatou sobre os abusos sexuais que sofreu.

Segundo a irmã, a criança tinha a voz trêmula, estava nervosa e teve dificuldade para contar, porque chorava muito, mas conseguiu porque a irmã tinha uma relação de confiança estabelecida e a tranquilizou dizendo que sempre iria fazer o melhor para ela. Relatou que a criança disse que não queria contar pra ninguém porque tinha vergonha e muito medo.

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Ao ser interrogado, o indiciado optou por fazer uso de seu direito constitucional de
permanecer em silêncio.

Segundo a delegada, predadores sexuais tentam isolar a vítima para que ela não os denuncie. Incutem medo e culpa na criança, criam dependência emocional e dizem para não contar para ninguém.  Isso é estratégia para garantir sua impunidade e continuar nas práticas desses abusos, fazendo cada vez mais vítimas, sem que seja descoberto. 

O preso será encaminhado à Audiência de Custódia.

Ascom/Polícia Civil




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