Emagrecer nem sempre significa gostar mais do próprio corpo. Nos últimos meses, mulheres que passaram por perda rápida de peso começaram a relatar uma nova queixa estética: a sensação de mais ondulações, flacidez e textura irregular na pele, principalmente em regiões como glúteos e coxas. Em muitos casos, a celulite não necessariamente aumentou, mas passou a ficar mais visível após mudanças rápidas no volume e na sustentação corporal.
Na avaliação do médico Dr. Chris Lima, CRM-PB 15387, especialista em harmonização glútea, esse é um comportamento que começou a aparecer com frequência nos consultórios estéticos nos últimos meses. “Muitas mulheres chegam dizendo que emagreceram, mas passaram a enxergar mais ondulações, textura irregular e menos sustentação corporal. Em muitos casos, a celulite não aumentou biologicamente; ela ficou mais aparente porque houve perda rápida de volume, de firmeza e, às vezes, até de massa muscular”, explica.
Na prática, o que acontece é que a pele nem sempre consegue acompanhar o novo contorno corporal na mesma velocidade da perda de gordura. O resultado pode ser um aspecto mais “murcho”, com textura irregular mais evidente em áreas onde a celulite já existia. Além disso, a perda de massa magra pode reduzir ainda mais a sustentação da região dos glúteos e pernas, aumentando a percepção de flacidez.
Segundo o especialista, isso ajuda a explicar por que a nova procura estética deixou de ser apenas por redução de medidas e passou a focar em firmeza, qualidade da pele e contorno corporal. “Hoje muitas pacientes não querem apenas emagrecer. Elas querem manter sustentação, textura uniforme e aparência saudável da pele. A estética pós-emagrecimento passou a envolver também colágeno, firmeza e recuperação do contorno corporal”, afirma.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Para Dr. Chris Lima, a mudança revela uma nova relação das mulheres com o próprio corpo depois do emagrecimento acelerado. “O número da balança não encerra a transformação do corpo. Muitas vezes o peso diminui, mas surgem novas queixas ligadas à flacidez, textura da pele e perda de sustentação. Isso explica por que os tratamentos corporais passaram a focar cada vez mais em firmeza, textura e naturalidade”, conclui.
Créditos: @dr.chrisbacelarlima | CO - Assessoria
