Foto: Lidiane Lima/GEA
Governo do Amapá inicia primeira etapa da sinalização do Ramal Farinha Seca, na zona rural de Macapá

Governo do Amapá inicia primeira etapa da sinalização do Ramal Farinha Seca, na zona rural de Macapá

Cerca de 10 quilômetros de extensão da pista de rolamento e dos encaixes de interligação nas Rodovias AP-070 e BR-210 já receberam sinalização horizontal.


O Governo do Amapá avança para a fase de acabamentos das obras de pavimentação asfáltica do Ramal Farinha Seca, na zona rural de Macapá. Agora, os trabalhos seguem com a sinalização nos 10 quilômetros de extensão da pista de rolamento e dos encaixes de interligação das rodovias AP-070 e BR-210. 

A próxima etapa consiste na sinalização vertical, feita com placas, construção de meio fio, canaletas e paisagismo, coordenada pela Secretaria de Estado de Transportes (Setrap). Durante o segundo semestre de 2024 a equipe trabalhou na construção dos encaixes da AP-070 e BR-210, e realizou serviços de terraplanagem e pavimentação asfáltica.

Sinalização horizontal dá mais segurança e mobilidade para a populaçãoSinalização horizontal dá mais segurança e mobilidade para a população - Foto: Lidiane Lima/GEA

“As rotatórias construídas nas extremidades das rodovias é uma das principais fases das obras do Farinha Seca, pois toda extensão do ramal já foi pavimentada. Agora trabalhamos com esses acabamentos, com o intuito e entregar para a população até o final deste ano”, explicou o secretário de transportes, Marcos Jucá.

A obra de pavimentação asfáltica oferece mais qualidade no escoamento agrícola e segurança na mobilidade das comunidades rurais. São 10 quilômetros de extensão já asfaltados em fase de acabamentos na interligação da Rodovia Estadual (AP-070) com a Rodovia Federal (BR-210).

Serviços estão em fase de acabamento. Ramal também receberá sinalização verticalServiços estão em fase de acabamento. Ramal também receberá sinalização vertical - Foto: Lidiane Lima/GEA

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Farinha Seca

Atualmente, o tráfego de caminhões com produtos é feito por dentro da área quilombola do Curiaú, tornando o caminho mais longo. Com a obra concluída, esse tráfego será feito pelo ramal. Quando finalizada, a via irá facilitar o escoamento da produção de alimentos e de grãos para todo o estado, além de geração de emprego e renda para a população, trará mais segurança e qualidade na mobilidade e trafegabilidade de veículos.

A obra é resultado de emenda do senador Davi Alcolumbre e contrapartida do Governo do Estado e de um convênio com o Ministério de Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR), com previsão de entrega ainda em 2024.

Por Jamylle Nogueira

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