Foto: Polícia Civil / Lucas Brito
Polícia Civil do Amapá apreende réplica de arma de fogo utilizada em falsa ameaça a escola

Polícia Civil apreende réplica de arma de fogo utilizada em falsa ameaça à escola

Adolescente é apreendido por ameaça em rede social e Polícia Civil reforça monitoramento de fake news


A Polícia Civil do Amapá apreendeu no domingo, 16, uma réplica de espingarda utilizada por um adolescente de 15 anos, em um perfil de rede social para anunciar um possível ataque em uma escola de Macapá. O adolescente foi identificado pela Coordenadoria de Inteligência de Operações da Secretaria de Justiça e Segurança Pública, que repassou a informação à Delegacia Especializada em Investigações de Atos Infracionais (DEIAI).

Após a quebra dos dados telemáticos, a DEIAI cumpriu mandado de busca e apreensão na casa do adolescente, onde foram apreendidas duas armas de madeira e o celular do jovem. O adolescente informou que a intenção era "só postar mesmo" e "brincar".

A Polícia Civil e a CIOP/SEJUSP (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) continuam monitorando as redes sociais para identificar possíveis ameaças de falsos ataques em ambientes escolares. A Delegada responsável pelo caso ressaltou que mesmo armas sem potencialidade lesiva, quando expostas em redes sociais, podem gerar pânico na população. A Polícia Civil e a SEJUSP estão investigando toda e qualquer ameaça no âmbito escolar e responsabilizando os autores.

A Polícia Civil alertou que as pessoas que compartilham notícias falsas e causam pânico na sociedade também estão sendo responsabilizadas. A medida tem o objetivo de evitar que informações inverídicas gerem pânico e prejudiquem a segurança da população.

As autoridades reforçaram que ameaças falsas não serão toleradas no Estado do Amapá e que qualquer suspeita deve ser comunicada imediatamente às autoridades competentes.

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Em 2019, o Governo do Amapá criou o Programa Escola Segura, que tem como objetivo garantir a segurança nas escolas estaduais, promovendo ações de prevenção e combate à violência. O programa conta com a atuação de policiais militares e civis, além de psicólogos e assistentes sociais, para garantir um ambiente seguro e tranquilo aos estudantes e profissionais da educação.

 

Fonte: Polícia Civil

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Foto: Polícia Civil / Lucas Brito




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