Foto: Gabriel Maciel/Sesa
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"Transcendendo Barreiras" em Laranjal do Jari treina profissionais sobre direitos e acolhimento na população LGBTQIAPN+

Atividade reuniu profissionais da rede pública para refletir sobre práticas mais inclusivas no atendimento aos cidadãos.


O projeto “Transcendendo Barreiras”, do Governo do Amapá, está treinando profissionais da rede pública e representantes da sociedade civil de Laranjal do Jari para trabalhar os desafios jurídicos e sociais no combate à discriminação institucional. A iniciativa destaca a importância do acolhimento qualificado nos serviços públicos.

A programação iniciou na quarta-feira, 1º, e seguiu até sexta, 4, com os participantes debatendo situações de preconceito que podem se configurar como violação de direitos e gerar responsabilização civil, penal ou administrativa, reforçando que instituições e profissionais têm dever legal e ético de garantir atendimento digno e respeitoso.

Participantes estão debatendo situações de preconceito que podem se configurar como violação de direitos

Participantes estão debatendo situações de preconceito que podem se configurar como violação de direitos

Foto: Gabriel Maciel/Sesa

Também foram abordadas práticas de fortalecimento da autoestima de pessoas LGBTQIAPN+ e a articulação com políticas públicas para ampliar o acesso a saúde, educação, moradia e trabalho.

Lucas Braga, psicólogo da Fundação da Criança e do Adolescente (Fcria)

Lucas Braga, psicólogo da Fundação da Criança e do Adolescente (Fcria)

Foto: Gabriel Maciel/ Sesa

Para o psicólogo da Fundação da Criança e do Adolescente (Fcria), Lucas Braga, o espaço trouxe a oportunidade de repensar a atuação profissional.

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“Esse espaço é fundamental para qualificar nossa atuação, com um olhar mais ampliado, acolhedor e propositivo. É um movimento importante para humanizar os serviços e garantir um acolhimento empático, que reconheça os direitos humanos e também as pautas que fazem parte da nossa realidade”, avaliou.

Maria Clara Pedroso, psicóloga do CRAS de Laranjal do Jari

Maria Clara Pedroso, psicóloga do CRAS de Laranjal do Jari

Foto: Gabriel Maciel/Sesa

Já a psicóloga do  Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Laranjal do Jari, Maria Clara Pedroso, destacou que o aprendizado vai impactar diretamente o atendimento no dia a dia da assistência social.

“O Cras é a porta de entrada da assistência. Se o acolhimento não for bom, essas pessoas não procuram outros serviços. Por isso, esse momento é de muito aprendizado, para que saibamos como falar, como acolher e, principalmente, como respeitar as pessoas LGBTQIAPN+", pontuou.

Por Karla Marques




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