O Dono do Mar
É inegável que o Presidente Sarney é um dos expoentes máximos da literatura. Não obstante o sol da latitude norte banhar-se-lhe a fértil mente para escrever, criar personagens e engrenagens das historias que povoam os pensamentos de nossa gente, dos amores, das esperanças, das paixões e até mesmo dos infortúnios do cotidiano do povo brasileiro.
Esse fabuloso escritor que de cuja inspiração nasceu das ruas estreitas e tortuosas da secular São Luis, dos cânticos de cada esquina, da representação histórica dos casarões e até mesmo de cada ato ou fato ocorrido nos anais da historia, tem um retrato filmado em cada azulejo, a gloria de um tempo distante, das carruagens a arrastar as correntes na Rua do Passeio que em meus sonhos de criança assustavam-me nas madrugadas quando abria as janelas da meia morada de meu pai e sentia cair-me no rosto o orvalho da noite, da pureza do ar e da visão do paraíso de um céu pontilhado de estrelas e de uma lua tímida a iluminar uma cidade inteira de arte, amor e poesia...dos barcos aportados no portinho, desterro e na rampa campos melo, recordações que me trazem pessoas e coisas do Maranhão.
Assim é José Sarney, pródigo e excelente escritor, indubitavelmente hábil político e inexorável administrador, o Brasil é testemunha, os mais necessitados sabem das conquistas e eu sei da luta, das adversidades e as incompreensões. Sabemos que todo grande homem é sempre combatido. O combate sem causa e expressão é próprio dos néscios, até mesmo porque sem causa obviamente não há o efeito desejado.
O Dono do Mar é um excelente romance e espero que os atores que encenam o filme façam da melhor maneira como forma de levar ao grande público a grandiosidade desse grande livro que todos deveriam ler.
Parabéns Brasil, parabéns Maranhão, parabéns Amapá e muito obrigado por você existir Presidente Sarney.
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